sábado, 15 de outubro de 2011

Estudo bíblico. Parte 1.


Bíblia sagrada, uns dos livros mas lido do mundo, aprenda um pouco sobre esse livro que só os verdadeiros fieis podem desvendar os mistérios que Ele trás. Aprenda um pouco com o Pastor: Alejandro Bullón.



Postado por: Douglas Henrique.

O que é aceitar Jesus?
Você já foi convidado para muitas coisas nesta vida, certo? Para alguns desses convites você disse sim e a outros não. Hoje eu estou fazendo um novo e especial convite para você, aceitar a Jesus como seu Senhor e Salvador!
                  
Mas o que é aceitar Jesus?
Aceitar a Jesus é a expressão usada pelos evangélicos para indicar duas coisas:
1º - Aceitá-lo como Salvador
Neste primeiro caso você estará concordando que é pecador, precisa de salvação, que o sacrifício de Jesus na cruz é suficiente para garantir a sua salvação e com isto não necessitará da intervenção ou intercessão de qualquer outro por mais privilegiado que possa parecer.
É um ato de humildade, arrependimento e fé. 
2º - Aceitá-lo como Senhor
Neste segundo caso você estará renunciando as coisas deste mundo para servir exclusivamente ao Senhor Jesus. Diz respeito ao plano prático da fé.
Não é uma expressão da boca para fora; também não é apenas ir a uma igreja ou ser chamado de evangélico, envolve uma completa submissão ao nome de Jesus,  sua palavra (bíblia sagrada) e a sua vontade.
Ao aceitá-lo como Senhor estamos nos colocando na posição de servo para obedecer a sua palavra e renunciar nossas antigas crenças, costumes, hábitos e comportamentos que nos afastavam do Senhor Jesus.
A bíblia usa o terno nascer de novo, para indicar que há necessidade de morrermos para o mundo e nascer em nova vida para Jesus.
O ato de aceitar Jesus como seu Senhor e Salvador lhe garantirá de imediato a salvação de sua alma e é o único caminho que temos para nos livrar da condenação do inferno e chegarmos ao céu. 

Quem é Jesus?


Quem é Jesus?
Jesus não é apenas um personagem histórico importante, também não é alguém para ser lembrado apenas em datas comemorativas, como seu nascimento e sua morte. Jesus é o nome que dividiu a história em antes e depois dele.
Jesus é o filho de Deus que se fez homem e morreu na cruz do calvário para nos dar a oportunidade de alcançarmos a salvação de nossas almas. A morte de Jesus foi um gesto de amor e misericórdia e por mais que o homem tente não vai conseguir entender a dimensão deste amor.
Com base na bíblia, podemos afirmar que Jesus é:
O salvador da sua alma. Basta você crer e aceitá-lo como seu Senhor e salvador.
[ João 3:16 - Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. ]
Aquele que pode te libertar dos vícios e curar doenças do corpo e da alma. Pode te abençoar e transformar completamente sua vida e a vida de toda sua família.
[ Mateus 11:28 - Vinde a mim, todos os que estai cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. ]
Mas também é aquele que tem o poder de lançar no inferno todos aqueles que recusarem a crer.
[ Lucas 12 4-5 Digo-vos, amigos meus: Não temais os que matam o corpo, e depois disso nada mais podem fazer.
Mas eu vos mostrarei a quem é que deveis temer; temei aquele que, depois de matar, tem poder para lançar no inferno; sim, digo, a esse temei. ]
Jesus está vivo e é o único caminho que poderá conduzir o homem até a vida eterna, não há intermediários nem intercessores, creia apenas porque a salvação só existe em Jesus.
Muitas coisas mais podemos afirmar sobre Jesus, procure conhecê-lo melhor, pois ele conhece todas as suas ações, sejam elas boas ou más, conhece seus pensamentos, suas vontades e seus desejos.
Hoje, ele está te oferecendo uma oportunidade que não deve ser desprezada, a oportunidade de conhecê-lo e aceitá-lo como o salvador de sua alma.
Pense nisso e não deixe para amanhã a salvação que está sendo oferecida agora.
Que Deus lhe abençoe.
Você quer aceitar a Jesus como seu Senhor e Salvador?

Até onde os pastores devem ser obedecidos?


“Obedecei a vossos pastores, e sujeitai-vos a eles; porque velam por vossas almas, como aqueles que hão de dar conta delas; para que o façam com alegria e não gemendo, porque isso não vos seria útil.”  (Hebreus 13 : 17)

Houve um tempo em que eu evitava esse verso pois a interpretação que sempre ouvia acerca dele era de que se devia obedecer cegamente a qualquer homem que carregasse o título/cargo/dom de pastor ainda que ele se corrompesse e mandasse todos fazerem coisas que contrariavam o Evangelho.
Hoje, no entanto, vejo que não foi isso que o escritor quis dizer, não de acordo com o contexto do Novo Testamento.
A gente deve obedecer à pastores que, como diz o verso, “velam por vossas almas” e enquanto nos ensinam algo que tenha esse propósito.
O primeiro exemplo bíblico de pastores que devem ser obedecido são os pais:
“VÓS, filhos, sede obedientes a vossos pais no Senhor, porque isto é justo.”  (Efésios 6 : 1)
Sendo que aos pais se diz:
“… não irriteis a vossos filhos, para que não percam o ânimo.”  (Colossenses 3 : 21)
O ensinamento que faz o bem a nossas almas é o ensinamento do Evangelho e quem ensina o Evangelho deve sempre ser obedecido, enquanto o estiver ensinando.
O verso 7 diz que os pastores que devem ser obedecidos pregam a Palavra de Deus:
“Lembrai-vos dos vossos pastores, que vos falaram a palavra de Deus, a fé dos quais imitai, atentando para a sua maneira de viver.”  (Hebreus 13 : 7)
Isso não quer dizer que quem ensine o evangelho em alguns momentos deva ser obedecido em tudo o que mandar (em seus caprichos, por exemplo).
Devemos obedecer a quem nos ensina o Evangelho porque ao o fazermos estaremos obedecendo ao Evangelho e, consequentemente, a Deus.
Paulo diz que quando alguém nos ensina algo que seja diferente do Evangelho não deve ser obedecido, ainda que seja visto como pastor:
“…ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos anuncie outro evangelho além do que já vos tenho anunciado, seja anátema.”  (Gálatas 1 : 8 )
Por outro lado, quem prega o evangelho, mesmo sem carregar títulos, deve ser sempre obedecido:
“A palavra de Cristo habite em vós abundantemente, em toda a sabedoria, ensinando-vos e admoestando-vos uns aos outros, com salmos, hinos e cânticos espirituais, cantando ao SENHOR com graça em vosso coração.”  (Colossenses 3 : 16)
“Antes, exortai-vos uns aos outros todos os dias, durante o tempo que se chama Hoje, para que nenhum de vós se endureça pelo engano do pecado;”  (Hebreus 3 : 13)
Você tem obedecido aos verdadeiros pastores que aparecem em seu caminho?
Tem desobedecido aqueles que ordenam o que não deveriam ordenar e por isso, naquele momento, se tornam falsos pastores?
Pense nisso!!! Não estou querendo fazer com que vocês desobedeçam seus pastores, mas sim alertando para que não caia nas lábias de certos pastores por ai.  

Lição bíblica 2: Quando a crise mostra a sua face

Quando a crise mostra a sua face

“E disseram-me: Os restantes, que não foram levados para o cativeiro, lá na província estão em grande miséria e desprezo, e o muro de Jerusalém, fendido, e as suas portas, queimadas a fogo” (Ne 1.3).

Somente uma liderança guiada e orientada por Deus pode vencer a crise.

A CRISE EM JERUSALÉM


Antecedentes históricos. Por causa de sua deliberada desobediência ao Senhor, o reino do Norte, composto por dez tribos, foi destruído pela Assíria que, para humilhar ainda mais os filhos de Israel, levou-os cativos à Mesopotâmia. Isso aconteceu em 722 a.C. Em 586 a.C, foi a vez do reino do Sul. Veio Nabucodonosor contra Jerusalém, deitou por terra o Santo Templo e derribou os muros da Cidade Santa. Em seguida, levou os filhos de Judá cativos a Babilônia, onde permaneceriam durante setenta anos (Jr 25.11). Deus dá o escape. Com a ascensão do império medo-persa no ano 536 a.C, o rei Ciro, instigado por Deus, permite que um grupo de judeus retorne a Jerusalém, a fim de reconstruir os muros da cidade e reerguer o Santo Templo (Dn 8.3; Ed 1.1). O Senhor sempre dá um escape aos seus servos, quando estes o honram e lhe obedecem à Palavra. Observemos que Ciro era um rei gentio. Isso nos mostra que Deus, para cumprir o seu propósito, usa a quem Ele quer e como quer. A volta com Zorobabel. Sob a proteção de Ciro, uma primeira leva de 42.360 judeus, sob a liderança de Zorobabel, retorna a Jerusalém, para reconstruir a cidade e a Casa de Deus (2 Cr 36.22,23; Jr 29.10). No Êxodo, a população de Israel era, de acordo com alguns cálculos, de aproximadamente três milhões de pessoas. Mas esse número foi decrescendo à proporção que o povo se rebelava contra Deus. A desobediência é pecado e todo pecado traz irreparáveis consequências. Por isso, deve o crente afastar-se da iniquidade e de tudo que lhe possa prejudicar a comunhão com o Senhor. Zorobabel começou a reconstrução pelo altar (Ed 3.2,3). Se este acha-se em ruínas, nada prospera no meio do povo de Deus. Algum tempo depois, os inimigos levantaram-se e denunciaram a reconstrução da cidade ao rei medo-persa que, nessa ocasião, era Artaxerxes. Eles pediram-lhe que ordenasse a paralisação dos trabalhos. Mas, com a subida de Dario ao trono, a obra foi retomada e concluída (Ed 6). O Santo Templo foi reinaugurado em 516 a.C (Ed 6.13-22).

II. O CHAMADO DE NEEMIAS


Quem era Neemias. Seu nome significa “Deus consola”. Ele era filho de Hacalias e o seu irmão chamava-se Hanani (Ne 1.1; 7.2). Na corte persa, exerceu a função de copeiro do rei Artaxerxes I. Como se vê, Deus usa as pessoas segundo o seu querer e de acordo com a sua vontade. Chamado por Deus. Catorze anos depois da expedição de Esdras a Jerusalém, em 444 a.C, Neemias recebe urgentes e preocupantes notícias de Jerusalém. Apesar de o Santo Templo já estar funcionando conforme as leis levíticas, a cidade encontrava-se ainda abandonada (Ed 6.14-16; Ne 1.1.2). Ele, então, sente o chamado de Deus para deixar o conforto palaciano e viajar para Israel, a fim de reconstruir os muros da Cidade Santa que se achavam fendidos “e as suas portas, queimadas a fogo” (Ne 1.3). Aqui, temos uma grande lição. Templo sem muros é igreja sem doutrina. E as portas queimadas representam o liberalismo que, infelizmente, predomina em muitas igrejas, facilitando a entrada de costumes mundanos entre os santos. Não é o que ocorre em nossos dias? Que jamais venhamos abandonar os padrões bíblicos de santidade, conduta e ética. Orando em tempos de crise. “Assentei-me e chorei” (Ne 1.4). Ao tomar conhecimento da situação de seu povo, em Jerusalém, Neemias sentiu-se incomodado e pôs-se a orar ao Senhor. Sua oração, regada com abundantes lágrimas e acompanhada de jejum, lamentos, adoração e confissão, é um exemplo de como um homem de Deus deve proceder em momentos de crise (Ne 1.5-10). Ele fez o que o Senhor ordenou em 2 Crônicas 7.14. Neemias orou durante quatro meses antes de se dirigir ao rei (cf. 1.1 e 2.1). A oração é a chave que nos abre as portas dos céus. Neemias não confiava em sua capacidade ou habilidades diplomáticas. Sua confiança estava no Todo-Poderoso que ouve e responde as nossas orações.

A INTERCESSÃO DE NEEMIAS


Ele Adorou a Deus. “E disse: Ah! Senhor, Deus dos céus, Deus grande e terrível, que guardas o concerto e a benignidade para com aqueles que te amam e guardam os teus mandamentos!” (Ne 1.5). Neemias não iniciou sua oração, pedindo; iniciou-a, adorando a Deus. Antes de pedir, de suplicar, o crente deve adorar e exaltar o nome do Senhor. Adore ao Senhor pelo que Ele é independentemente do que venha a fazer em seu favor. Ele intercedeu por seu povo (Ne 1.6). Hoje, mais do que nunca, há necessidade de contínua intercessão pela família, pela igreja e pela nação. A sociedade atual em nada difere de Sodoma e Gomorra. Os governos posicionam-se abertamente contra os princípios da Palavra de Deus. O aborto é defendido como “caso de saúde pública” e não de ética ou de moral. O homossexualismo tem expresso apoio das autoridades. Por isso, a Igreja precisa orar e suplicar ainda mais a intervenção de Deus em nossa nação (2 Cr 7.14). Temos de interceder, chorar e jejuar por nosso país antes que seja tarde. Ele fez confissão de pecados (Ne 1.6b). A confissão foi certamente um dos pontos altos da oração de Neemias. Ele tinha consciência do pecado de seu povo contra Deus. Aliás, Israel mesmo conhecia as advertências dos profetas quanto à desobediência à lei divina. Uma das mais terríveis era a sua dispersão pelas nações (Ne 1.9). Foi exatamente o que aconteceu: os judeus amargaram setenta anos de exílio em Babilônia (Jr 25.11,12; 29.10). Para castigar, Deus tem limites, mas para abençoar, é ilimitado. Sua benignidade é para sempre (Sl 106.1).

Aprendemos que Deus levanta homens, como Neemias, para executar seu propósito. O bravo e sábio judeu liderou a reconstrução de Jerusalém e a restauração espiritual do seu povo. Ele não se limitou a orar pela nação, mas agiu e não se curvou às circunstâncias. Precisamos de homens de oração e iniciativa para que ajudem na restauração moral e espiritual de nossa gente.